terça-feira, 30 de julho de 2013

FESTA EM HONRA DA SENHORA DA ROCHA NO ALGARVE

Com o "Milagre" da aparição da Imagem de Nª Sª da Rocha, no Promontório de Porches Lagoa Algarve, no século XIII ou XIV e depois da construção da Ermida.  O Promontório e a Praia, começou a chamar-se SENHORA DA ROCHA. A partir dessa altura, começara a "Devoção à Senhora da Rocha" e a ser feitas as "Festas em Honra de Nª Sª da Rocha" a que o povo chamou "FESTAS DA SENHORA DA ROCHA". No primeiro domingo do mês de Agosto.
É esta a Ermida com a cúpula na cor branca que se estende ao azul do mar,
aos olhos dos pescadores e às embarcações que passam na noite.
Que guia no regresso a Casa. É o farol nesse mar imenso.

RECONSTITUIÇÃO DO "MILAGRE" DA SENHORA DA ROCHA 
NO PROMONTÓRIO DE PORCHES





PROCISSÃO DA SENHORA DA ROCHA ANOS 90 (1990)
ANO EM QUE A IMAGEM DA SENHORA DA ROCHA 
ESTREOU UM NOVO MANTO oferecido pela Senhora 
Dona Teresa Trindade










PROCISSÃO DA SENHORA DA ROCHA ANOS 90 (1990)
(ano seguinte à estreia do novo manto)












quarta-feira, 17 de julho de 2013

SENHORA DA ROCHA EM FESTA

No Promontório de Porches Lagoa Algarve, começou a História, a Lenda e a Tradicional Festa em Honra da Senhora da Rocha. Uma devoção Mariana há vários séculos neste sítio. O poder desta fé Mariana é muitíssimo grande, uma fé inabalável. Um pequeno Santuário, mas grande na Sua Alma.


domingo, 30 de junho de 2013

ARTE DE AZULEJARIA - LAGOA ALGARVE

Na colecção das "Curiosidade de Lagoa" no Algarve, fala-nos da tradição em Lagoa no reino dos Algarves, que ainda se mantém é a decoração da "Arte de Azulejaria" nos edifícios da Cidade Lagoense - Lagoa Algarve, desde o século XVIII ao século XXI.  "Al - zuleique" é a palavra árabe que originou o português azulejo e designa a "pequena pedra lisa e polida". É a recuperação visual da "arte de azulejaria" em painéis, pintados na cor azul ou a cores. Alguns são comuns a outros e outros são muito raros.  É um património fantástico espalhado pelas ruas e até agora "oculto" da maioria das pessoas, porque tem passado despercebido.